O filho nunca chega em um “vazio”. Antes mesmo de nascer, ele já habita o desejo, as expectativas e até os medos dos pais. 💭
É muito comum ouvir: “Queria uma menina, mas se vier menino vou amar igual”. Na psicanálise, entendemos que existe um “luto” pelo bebê imaginário que não veio, para que o bebê real possa ser acolhido.
O trauma não nasce da preferência, mas da impossibilidade de aceitar quem o filho realmente é. Quando as crenças sociais — como o medo de que uma mulher sofra mais — atravessam o desejo, estamos falando mais das nossas próprias dores do que da criança.
Amar é, acima de tudo, abrir mão do que a gente idealizou para abraçar o sujeito que chegou. ✨
Agende sua sessão e vamos conversar sobre os lugares que ocupamos e os que oferecemos aos nossos filhos.
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