É comum ouvir que o cigarro eletrônico é “apenas vapor”. Mas atenção: os estudos mais recentes mostram que a exposição vai muito além da nicotina.
Os dispositivos podem conter substâncias como diacetil, acroleína, formaldeído (que possui potencial carcinogênico) e acetato de vitamina E, associado a lesões pulmonares agudas.
Além disso, como os cigarros eletrônicos não possuem autorização sanitária no Brasil, não há controle sobre procedência, composição ou concentração das substâncias presentes nesses produtos.
Com o uso frequente, o pulmão fica exposto repetidamente a compostos químicos potencialmente tóxicos ao longo do dia.
Você já conhecia as substâncias presentes nesses dispositivos?
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