O Brasil exporta mais de 1.400 jogadores por ano, mas por que apenas 8% geram receita real?
Estamos diante de um paradoxo: somos a maior fábrica de talentos do mundo, mas operamos com uma passividade estratégica que deixa dinheiro na mesa. A próxima janela de transferências não é apenas um evento de calendário; é uma oportunidade de R$ 1 bilhão que muitos clubes ainda não sabem como capturar.
O gargalo não está na formação dos atletas. O problema é como esses ativos são posicionados, apresentados e negociados no cenário global.
Arraste para o lado para entender:
- O fluxo da inteligência de mercado na prática.
- Por que o departamento de mercado deve ser o núcleo estratégico do clube.
- Como a prospecção ativa inverte o jogo: quem ataca o mercado dita o preço.
O talento forma o craque, mas a estratégia é o que fatura o ativo.
Confira o guia completo no carrossel e deixe sua opinião: o futebol brasileiro está pronto para essa mudança de mentalidade?
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