O amor como uma escolha diária é um dos temas mais fascinantes na intersecção entre o afeto e a vontade. Na psicanálise, essa ideia ganha camadas profundas, pois desloca o amor do campo do “mágico” ou do “destino” para o campo do desejo e da alteridade.
Para a psicanálise, o amor não é apenas um sentimento arrebatador de início (paixão), mas a construção de um laço que sobrevive à queda das idealizações. Escolher amar diariamente significa aceitar que o outro não é perfeito e que ele não veio ao mundo para preencher todas as nossas faltas. Créditos :
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