O que chamamos de “dedo podre” ou “má sorte” a psicanálise chama de fidelidade ao inconsciente.
Nós aprendemos a amar e a ser amados através do olhar dos nossos primeiros cuidadores. Se esse olhar foi negligente, crítico ou instável, o nosso “termômetro” do que é normal fica descalibrado. Repetimos o padrão negativo não porque gostamos de sofrer, mas porque o sofrimento conhecido parece menos assustador do que o vazio do desconhecido.
Quebrar o ciclo exige coragem para olhar para trás e entender: o que não é transformado em luto, vira destino.
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