O caso Orelha se transformou em um exemplo perigoso do que acontece quando a internet condena antes da perícia terminar.
Enquanto milhares de pessoas já tratavam adolescentes como culpados, novas análises técnicas levantaram contradições importantes:
• ausência de lesões compatíveis com agressão humana
• presença de osteomielite crônica
• erro de horário nas câmeras
• incompatibilidade temporal entre suspeito e animal
• capacidade motora preservada após a suposta agressão
O próprio Ministério Público destacou a rápida disseminação de informações não verificadas e a divulgação indevida de dados sigilosos.
A pergunta que fica é:
Estamos buscando justiça... ou apenas alguém para destruir?
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