O Brasil movimenta R$ 600 milhões por ano em canetas emagrecedoras contrabandeadas do Paraguai. A Receita Federal intercepta apenas 5%. O resto entra escondido em pneus e fundos falsos de carros, sem refrigeração ou controle.
Laboratórios clandestinos operam sem refrigeração ou esterilização, preenchem canetas de insulina vazias com princípios ativos desconhecidos e vendem sem nota fiscal ou receita, atingindo principalmente classes C, D e E, os maiores consumidores desses produtos.
Você conhece alguém que compra canetas emagrecedoras clandestinas?
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Fonte:
Ashraf, A. R. et al. Multifactor Quality and Safety Analysis of Semaglutide Products Sold by Online Sellers Without a Prescription: Market Surveillance, Content Analysis, and Product Purchase Evaluation Study