O mercado não tem ideologia.
Não tem partido.
Não tem militância.
Tem preço.
No dia 11/12/2024, o Ibovespa subiu forte quando o mercado passou a precificar que o problema de saúde de Lula poderia virar risco sucessório real.
Não foi amor pelo vice.
Não foi torcida contra.
Não foi “mercado malvadão”.
Foi simplesmente o mercado fazendo o que ele sempre faz: recalculando risco.
Quando o fiscal perde credibilidade, qualquer evento que aumente a chance de mudança política vira variável de preço.
E nesse dia, a leitura foi fria:
menos Lula no radar = menos prêmio de risco Brasil.
Pode achar feio.
Pode achar mórbido.
Pode achar desumano.
Mas o candle está aí.
O mercado não pergunta se é elegante.
Ele pergunta quanto vale.
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