Existem experiências que não podem ser explicadas.
Apenas vividas.
Durante seis dias intensos de travessia, mergulhamos juntos em uma das dimensões mais profundas do Eneagrama: a cura dos instintos.
O instinto de autopreservação, que nos conecta ao sagrado da vida, ao cuidado, à segurança e à capacidade de habitar plenamente a própria existência.
O instinto sexual, que nos conecta à força da criação, da paixão, da intensidade e do nascimento do novo.
O instinto social, que nos conecta ao pertencimento, à irmandade, à comunidade e ao nosso papel dentro de algo maior do que nós mesmos.
Foram dias de silêncio, coragem, encontros verdadeiros, emoções profundas e importantes lembranças da alma.
Porque a transformação não acontece quando tentamos nos tornar outra pessoa.
Ela acontece quando reconhecemos os mecanismos inconscientes que dirigem nossa vida e permitimos que a consciência ocupe o seu lugar.
A cura dos instintos é, acima de tudo, uma reconciliação com a própria vida.
Uma...
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