No Build 2026, a Microsoft fez três movimentos que mudam o que uma empresa pode — e precisa — fazer com IA.
Primeiro: o Scout. Um agente always-on com identidade própria no Microsoft Entra, o sistema de autenticação corporativo da empresa. Pela primeira vez, um agente de IA tem crachá no mesmo sistema que os funcionários humanos. Ele opera em segundo plano, monitora projetos e age continuamente, sem ser invocado.
Segundo: o fim do plano ilimitado. O GitHub migrou o Copilot para cobrança por uso. O subsídio para adoção acabou. O custo de inferência vai aparecer nos relatórios financeiros, e gestores vão precisar aprender a gerenciar esse custo.
Terceiro: o Copilot como serviço programável. Com a API REST de tarefas agênticas, o Copilot deixou de ser assistente dentro do IDE e virou um serviço que você integra nos seus próprios workflows, pipelines e sistemas.
Para líderes: agente com identidade corporativa exige política de governança, não só policy de uso de ChatGPT. Para gestores ...
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