Aos 10 de agosto de 2018, Richard Russell, funcionário de apoio em solo no Aeroporto Internacional de Seattle-Tacoma, de um aeroporto nos Estados Unidos, realizou um ato que chocou o mundo: decolou sozinho e sem permissão em uma aeronave vazia, permanecendo no ar por cerca de uma hora antes de morrer na queda na ilha de Ketron, uma área pouco habitada no estado de Washington.
Mais do que uma história sobre aviação, esse caso nos convida a refletir sobre saúde mental.
Durante as conversas com os controladores de voo, Russell demonstrou momentos de humor, lucidez e até simpatia mas, por trás das palavras, muitos especialistas identificaram sinais de sofrimento emocional profundo, sentimentos de inadequação, desesperança e uma possível crise existencial.
É importante destacar que ninguém pode afirmar com certeza o que ele estava vivendo internamente, no entanto, casos como esse mostram que o sofrimento psicológico nem sempre é visível. Muitas pessoas conseguem trabalhar, sorrir, convers...
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