Esse gráfico resume o ponto que quase ninguém quer encarar na tese de IA:
a inteligência pode ser artificial, mas o custo é bem real.
Durante a fase de euforia, tudo parecia barato. Token barato, resposta instantânea, automação para qualquer coisa, copiloto em todo lugar, “IA-first” em todo pitch.
Só que essa conta não desapareceu. Ela só ficou escondida atrás de subsídio, capital de VC/PE, datacenter, GPU, energia e promessa de escala futura.
O problema começa quando o mercado para de olhar só crescimento e passa a olhar margem.
Porque uma coisa é vender a narrativa de que todo mundo vai usar IA para tudo.
Outra é descobrir quanto custa processar milhões de interações inúteis por dia.
Quando até o “bom dia”, o resumo preguiçoso e o prompt sem valor começarem a aparecer nos custos, muita adoção vira gordura. E gordura, em empresa, é a primeira coisa que cortam.
No B2C, o usuário reduz uso quando sente preço.
No B2B, a régua é ainda mais fria: ou gera ROI claro, ou vira custo ...
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