Mounjaro não faz milagre se a sua estratégia continua amadora.
Ele mexe com sinais importantes de fome, saciedade e digestão. Na prática, pode reduzir bastante o apetite e facilitar o déficit calórico, que continua sendo a base do emagrecimento, mesmo com canetinha. E pra isso acontecer, seu estômago passa a trabalhar em outro ritmo.
Com o esvaziamento gástrico mais lento, a comida fica mais tempo ali. E aí vem o combo que muita gente conhece: estômago pesado, empachamento, náusea, refluxo, azia, gases e aquela sensação de que comeu um tijolo no almoço.
O mesmo mecanismo que ajuda você a comer menos também pode deixar a digestão mais arrastada. Por isso, usar Mounjaro sem ajustar a alimentação é tipo comprar uma Ferrari e abastecer com álcool: até anda, mas uma hora dá ruim.
Durante o tratamento, não dá pra pensar só em “comer pouco”. Precisa ajustar volume das refeições, proteína, fibras, hidratação, constipação, tolerância individual e distribuição ao longo do dia.
Porque emagre...
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