Quando falamos em câncer de pulmão avançado, uma das primeiras perguntas hoje é: qual alteração molecular esse tumor apresenta?
Essa informação pode mudar a estratégia terapêutica.
Na ASCO 2026, a atualização de 7 anos do estudo CROWN reforçou a importância dessa abordagem no câncer de pulmão de não pequenas células ALK+.
O estudo comparou lorlatinibe e crizotinibe como primeira linha. Após 7 anos de acompanhamento, o lorlatinibe manteve um benefício importante no controle da doença, com mediana de sobrevida livre de progressão ainda não atingida e melhor controle da progressão no sistema nervoso central.
Esses dados reforçam o papel das terapias-alvo e da testagem molecular no câncer de pulmão avançado.
Quando identificamos a alteração que impulsiona o tumor, podemos escolher tratamentos mais direcionados e, em muitos casos, mais eficazes para aquele perfil de doença.
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