A atualização do Vanguard em maio, anti-cheat da Riot, acendeu uma discussão importante no mercado de games.
IMPORTANTE: Segundo a Riot, a medida não danifica computadores de jogadores regulares e teria como alvo apenas as estruturas usadas para trapaça.
Ainda assim, o debate jurídico começa justamente quando uma tecnologia de segurança pode ou não cometer erros.
O ponto técnico é o seguinte: a Riot estaria mirando formas mais avançadas de trapaça que usam DMA, que são dispositivos capazes de acessar a memória do computador por caminhos que não passam pelo controle tradicional do sistema operacional, o que torna esse tipo de cheat muito mais difícil de detectar.
Para combater isso, o Vanguard passou a reforçar verificações ligadas a camadas profundas do sistema. É por isso que a discussão ficou tão sensível: não estamos falando apenas de um software detectando um programa suspeito, mas de um anti-cheat atuando em uma camada muito próxima do hardware e profunda no sistema.
Mas a ...
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