A rotina de quem atua no Direito Gamer é assim:
Em um dia, estamos jogando e aproveitando tudo o que esse universo oferece. No outro, estamos defendendo um jogador contra a própria empresa responsável pelo jogo.
O consumidor gamer possui direitos. Quando a plataforma age de forma abusiva ou impede o acesso sem justificativa adequada, a empresa pode ser responsabilizada.
No fim, o advogado gamer até entra no jogo para se divertir. Mas, quando o direito do cliente é violado, o jodo muda. 😉
Inscreva-se no Workshop - dia 23/06 às 20h
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