A fuga fracassou.
Maria Antonieta e Luís XVI foram reconhecidos, capturados em Varennes e obrigados a retornar a Paris sob os olhares de uma população que já não via neles uma família real, mas traidores da Revolução.
A partir daquele momento, o destino dos dois parecia selado.
Luís XVI foi julgado, condenado por traição e executado na guilhotina em 21 de janeiro de 1793, meses antes de Maria Antonieta.
Sozinha, separada dos filhos e transformada em símbolo de tudo aquilo que o povo odiava, a antiga rainha ainda enfrentaria o próprio julgamento.
E havia uma frase que a perseguia.
Uma frase perfeita para alimentar a revolta, mesmo sem qualquer prova de que ela realmente a tivesse pronunciado.
Esta é a segunda parte da história de Maria Antonieta.
A parte final revelará seus últimos dias, e o destino de Clio.
Você acredita que a História se lembra das pessoas como elas realmente foram, ou como seus inimigos decidiram retratá-las?
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