Arte e política 🎨👩🏻🎨
É caminhando sobre o fio de uma navalha que Adriana Varejão, ao lado de Rosana Paulino, construiu o pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza, a mostra de arte mais importante do mundo, que vai até o dia 22 de novembro.
Esta tem sido considerada uma das edições mais controversas do evento em seus mais de cem anos, depois que a organização anunciou a reabertura do pavilhão da Rússia, lacrado desde 2022, após a invasão do Kremlin à Ucrânia.
Mas Adriana Varejão está acostumada ao fio da navalha. A carioca, de 61 anos, passou suas últimas quatro décadas representando, na pintura e na escultura, os cortes e rasgos figurativos que a colonização deixou na sociedade, algo que ela vê como um processo tão violento quanto as guerras em curso.
Conheça melhor o trabalho de Adriana Varejão e saiba mais sobre a Bienal de Veneza lendo a reportagem da BBC. O link está na bio: BBCBrasil
📸 Getty Images
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