Muita gente pergunta se a IA vai substituir completamente profissionais.
A resposta é: depende do contexto.
Existem setores em que errar custa dinheiro.
E existem setores em que errar custa vidas.
No vídeo eu conto o caso de uma empresa de Campinas que desenvolve software para satélites. Se um bug passar despercebido e o satélite já estiver em órbita, muitas vezes não existe um “Ctrl + Z”. O custo de um erro pode ser de milhões de dólares — ou da missão inteira.
Na medicina acontece algo parecido. A IA pode acelerar diagnósticos, resumir prontuários, sugerir hipóteses e apoiar decisões. Mas a responsabilidade pela decisão clínica continua sendo humana.
A IA é extraordinária como copiloto.
Mas, em sistemas críticos, ela ainda precisa de validação, testes rigorosos e supervisão especializada.
O futuro não será “humanos vs. IA”.
Será humanos que sabem usar IA para tomar decisões melhores, principalmente quando o custo do erro é alto.
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