E então, qual a dificuldade em imaginar que uma mosca — ou qualquer outra coisa — seja feita de informação? Zeros e uns codificados de forma a serem interpretados por cada um de nós, renderizados em 3D com vídeo e áudio, assim como já fazemos neste celular, na TV, no cinema, no computador?
Pense um pouco a respeito.
De onde vem a resistência a essa imaginação?
Será que foi porque os gregos, há 2.500 anos, imaginaram que tudo era feito de pequenas partículas indivisíveis — o átomo, o "não divisível"?
Foi bom para a época deles.
Mas, por favor… já deu!
Não tem fundamento!
A tecnologia já nos mostrou: informação é a base de tudo o que vemos, ouvimos e tocamos. A única diferença entre a mosca que você vê e o vídeo que você assiste é o suporte — mas a natureza é a mesma: informação interpretada.
O que trava a sua imaginação não é a física. É o hábito.
Mario Jorge Pereira dos Santos
Somos Um na Consciência
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