Messi chegou à final.
Mas a maior cobrança sobre ele não é pelo que faz com a bola.
É pelo que escolhe não dizer fora de campo.
Dentro das quatro linhas, a carreira é irretocável. Fora delas, o silêncio virou parte da marca.
Enquanto Vini Jr., Neymar e Mbappé se posicionaram em episódios de racismo e pagaram o preço de dividir opinião, Messi fez o caminho oposto: falou pouco, evitou conflito e preservou a imagem mais limpa do futebol.
Essa é a parte desconfortável.
Talvez o silêncio não seja só medo.
Talvez seja estratégia.
Porque toda vez que um ídolo se posiciona, ele ganha admiração de um lado e rejeição do outro.
Messi construiu uma marca global quase intocável justamente por não dar munição a ninguém.
A pergunta é: quando você tem influência suficiente para mudar uma cultura, ficar calado é prudência ou covardia?
Me diz aí o que você acha.
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