Todo ano a temporada de furacões cria um dos ciclos mais previsíveis do mercado, mas pouca gente acompanha isso.
O foco nunca foi operar o furacão em si.
O foco é entender quem ganha e quem perde conforme a probabilidade de impacto aumenta.
Plataformas de petróleo evacuam, refinarias reduzem operação, portos atrasam embarques, seguradoras recalculam risco, concessionárias correm para restabelecer a rede elétrica e empresas ligadas à reconstrução recebem uma onda de demanda.
O mercado não espera o desastre acontecer. Ele precifica expectativa. Muitas vezes o movimento mais forte acontece enquanto o furacão ainda está no oceano.
Foi daí que vieram alguns dos meus melhores trades, como URI no Michael e GNRC durante Helene e Milton.
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