🎨 Fala galera, beleza, chick, fera… TUM!
Uma das maiores mudanças que aconteceu nas minhas pinturas foi quando eu parei de correr para o sépia ou para as cores complementares sempre que precisava criar sombra.
Parece estranho, né?
Mas muitas vezes eu prefiro fortalecer a própria cor que já está presente na pintura.
Imagine uma folha verde.
Ao invés de pegar imediatamente um sépia para escurecer, eu começo reforçando esse mesmo verde com versões mais escuras da própria família, aumentando gradualmente a pressão do lápis e construindo novas camadas.
💡 O que acontece?
As áreas de sombra começam a aparecer de forma muito mais natural.
A cor continua viva.
Ela mantém sua identidade.
E, principalmente, o mapeamento das regiões mais profundas fica muito mais organizado.
Isso não significa que o sépia ou as cores complementares não tenham sua importância.
Muito pelo contrário.
Eu utilizo ambos em diversas pinturas.
Mas existe um momento certo para cada ferramenta entrar em cena...
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