Com Otto Hahn, ela também descobriu o primeiro isótopo de vida longa do protactínio, ainda em 1917. Foi esse trabalho que a levou a chefiar o departamento de física do Instituto Kaiser Wilhelm em Berlim, um posto raríssimo pra uma mulher naquela época.
Depois de fugir da Alemanha nazista, já refugiada na Suécia, ela continuou trabalhando. Ajudou até no primeiro reator nuclear sueco e seguiu pesquisando até os 80 anos.
Ao longo da carreira inteira, foi indicada 49 vezes ao Nobel de Física e Química. Nunca ganhou nenhum.
Meitner não foi a mulher por trás de um homem. Foi uma física que a história insistiu em colocar atrás.
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