“Resuma este processo.”
Esse parece um comando eficiente, mas ele entrega à IA uma decisão importante demais: escolher sozinha o que merece atenção.
O resultado costuma trazer uma visão geral dos fatos. Ela pode fazer isso em 3 ou 4 parágrafos, um pouco mais, um pouco menos. Você não tem controle.
O problema é que informações decisivas podem permanecer escondidas: controvérsias secundárias, fragilidades probatórias, riscos processuais e possíveis teses.
Para obter uma análise jurídica mais útil, experimente dividir a solicitação em cinco pontos:
1. Quais são os fatos juridicamente relevantes?
2. Qual é a questão principal?
3. Quais regras foram apresentadas?
4. Como essas regras se relacionam com os fatos?
5. Qual conclusão pode ser sustentada pelos documentos?
Essa é a lógica do método FIRAC: Facts, Issue, Rule, Application e Conclusion, metodologia muito utilizada no meio acadêmico e em países do common law.
O método FIRAC também inspira sistemas de IA do Judiciário brasileiro...
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