Antes de alguém se incomodar com esse ranking, vale um ponto: ele mede o quanto uma metodologia está apoiada em fundamentos matemáticos capazes de gerar hipóteses testáveis e replicáveis.
Quanto mais você sobe nessa escala, menos espaço existe para opinião e mais espaço existe para estatística, modelagem e evidência. Quanto mais desce, mais a convicção passa a substituir a validação.
É por isso que estatística, probabilidade, séries temporais e processos estocásticos ocupam o topo. São áreas construídas para lidar justamente com incerteza. Já boa parte do que domina as redes sociais vive de narrativas difíceis de falsificar. Sempre existe uma explicação conveniente para justificar o que aconteceu depois que aconteceu.
E sim, criei uma categoria “Z”. Porque algumas metodologias conseguem ir além de simplesmente serem fracas: elas criam uma sensação de precisão onde praticamente não existe evidência. É onde entram SMC e diversas interpretações de GEX tratadas como se fossem um GPS da ...
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