Um julgador oriundo do quinto deve ser na minha opinião um Desembargador com alma de advogado. Pois na advocacia foi forjado. Respeitando com total reverência as prerrogativas da advocacia, a ética, e as garantias constitucionais.
O quinto constitucional não é concessão; é equilíbrio institucional. É a ponte que leva ao Tribunal a vivência da advocacia, a escuta direta da profissão e a compreensão real de quem vive o foro todos os dias.
Quando a magistratura recebe esse olhar, o julgamento ganha técnica, sensibilidade e legitimidade. Sou um advogado que acredita nessa ponte — porque quem já ouviu a voz da advocacia sabe que ela não pode ficar do lado de fora da porta de entrada do Tribunal.
Tudo isso com um objetivo um PROCESSO JUSTO.
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