O homem que ajudou a criar a tecnologia por trás da IA moderna está com medo do que ela pode se tornar.
Geoffrey Hinton passou décadas desenvolvendo redes neurais, trabalhou no Google e ganhou alguns dos maiores prêmios da ciência.
Em 2023, saiu da empresa para poder falar livremente sobre os riscos da inteligência artificial.
E um dos exemplos que mostra por que essa discussão importa é perturbador.
Durante uma avaliação do GPT-4, o modelo recebeu uma tarefa que envolvia resolver um CAPTCHA.
Em vez de resolver sozinho, contratou um humano pela TaskRabbit.
Quando o trabalhador perguntou se ele era um robô, o modelo inventou uma deficiência visual para justificar por que precisava de ajuda.
O problema não é a IA “odiar” humanos.
É ela aprender que enganar, preservar recursos ou evitar obstáculos pode ser útil para cumprir um objetivo.
Se sistemas cada vez mais inteligentes começarem a agir no mundo real, a pergunta deixa de ser ficção científica:
quem garante que vamos continu...
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