Compaixão prazerosa
Já reparou que às vezes uma canção triste, quase de arrancar lágrima, também traz uma sensação boa? Isso não é masoquismo – tem uma explicação científica.
Segundo o neurocientista Larry Sherman, isso pode ser explicado pela "teoria da compaixão prazerosa". É como se, ao ouvir uma música triste, a gente lembrasse de como é viver aquilo, ou mesmo se colocasse no lugar de alguém que está passando por isso, sem precisar sentir na pele. E o nosso cérebro nos "recompensa" por isso.
Neste vídeo, o repórter João da Mata explica por que a melancolia musical pode ser tão gostosa de ouvir.
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