US$ 60 bilhões podem chegar ao Nordeste — se a região não se autossabotar. O conceito de powershoring inverte a lógica tradicional: em vez de exportar energia renovável barata, o Nordeste atrai indústrias eletrointensivas para produzir localmente. Aço verde, hidrogênio de baixa emissão, fertilizantes e combustíveis sintéticos com o menor custo de carbono do mundo. ⚡ O problema? Três cenários, três destinos radicalmente diferentes: → US$ 15 bi (fragmentação estadual) → US$ 30 bi (coordenação parcial) → US$ 60 bi (transformação estrutural real) 🎯 A diferença entre o pior e o melhor cenário não é tecnologia nem capital externo — é governança regional. A competição entre estados por investimentos gera duplicação de infraestrutura, aumenta custos sistêmicos e destrói competitividade internacional. 📉 O polo industrial de baixo carbono do Nordeste pode gerar até 350 mil empregos e representar 5% do PIB regional até 2036. Mas esse número só existe se MPMEs forem integradas às cadeias produti...
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