A Anthropic anunciou o compromisso de identificar conteúdos gerados pelo Claude com dados legíveis por máquina para atender às exigências de transparência da Lei de IA da União Europeia, em vigor desde 2 de agosto. A empresa informou que os textos trarão marcas d'água incorporadas e os arquivos incluirão metadados de proveniência assinados digitalmente onde houver suporte, tudo de forma imperceptível a olho nu. Como a legislação concedeu um prazo de carência de quatro meses para adequação, novos modelos virão rotulados de fábrica, enquanto versões antigas estão sendo adaptadas. A aplicação terá alcance global em ecossistemas como a Claude Platform via API, Claude, Claude Code, Claude Cowork e Claude Tag. Em imagens será adotado o padrão C2PA, protocolo já utilizado por Adobe, OpenAI e Google, enquanto nos textos a marcação invisível é inserida diretamente no nível do modelo, resistindo ao ato de copiar e colar e a pequenas edições sem prejudicar a legibilidade.
Horas após o lançamento...
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