Durante a Copa do Mundo, quando os resultados não vieram, o debate voltou para as categorias de base, os processos de formação e os problemas do futebol brasileiro.
Mas, com a volta do calendário, esse debate praticamente desapareceu.
O Gre-Nal de ontem, com nenhum atleta formado na base em campo, é mais um ponto para essa reflexão.
Não se trata de ser contra jogadores estrangeiros. Nenhuma grande liga competitiva do mundo se sustenta sem atletas estrangeiros. Mas também não existe seleção forte e liga forte sem que o país valorize e desenvolva seus próprios jogadores.
Precisamos discutir quantidade de estrangeiros, minutagem para atletas formados na base e, principalmente, regulamentações que protejam esse processo: investimentos, transição, negociações e oportunidades reais no futebol profissional.
Se queremos voltar a revelar e formar grandes jogadores, precisamos parar de falar sobre a base apenas quando os resultados não aparecem.
A base precisa fazer parte da estratégia do ...
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