Quantidade não é diversificação. Uma carteira com muitos ativos pode continuar concentrada.
O extrato mostra nomes, emissores e categorias. O risco aparece quando você pergunta o que precisa acontecer para cada posição dar certo.
Pense em um investidor que acumulou CDBs, fundos de crédito, debêntures, ações brasileiras e fundos imobiliários ao longo dos anos. São produtos diferentes, mas várias posições podem continuar dependentes do crédito no Brasil, do nível dos juros, da atividade econômica e da confiança do investidor local.
Quando o cenário muda, aquilo que parecia diversificado pode sofrer ao mesmo tempo.
Pulverização ajuda a reduzir o impacto de um problema isolado. Diversificação exige combinar classes, moedas, prazos e fontes de risco que não respondam da mesma maneira aos mesmos acontecimentos.
A Vanguard afirma que, em carteiras amplamente diversificadas, mais de 90% da variabilidade dos retornos ao longo do tempo pode ser explicada pela alocação estratégica. Isso não ...
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