Renan Santos saiu de praticamente irrelevante eleitoral para virar uma variável real da eleição em poucos meses.
Cresceu agressivamente nas redes, saiu da faixa de 1% para aparecer entre 4% e 8% em diferentes pesquisas e conseguiu transformar os debates em uma vitrine importante para sua candidatura.
Sua postura mais agressiva funcionou justamente porque obrigou os adversários a responderem.
Lula e Flávio Bolsonaro evitaram debates em que ele estaria presente. Dizer que foi simplesmente “medo de Renan” seria forçar a conclusão, mas sua presença claramente aumentava o risco político de participar.
Agora, Toffoli suspende parte relevante de sua campanha por possíveis irregularidades na declaração e no uso de perfis digitais. A investigação pode ser legítima.
A questão é a proporcionalidade de impedir debates, propaganda e atuação digital de um candidato em pleno crescimento antes de uma decisão definitiva.
Renan ainda está longe de liderar a eleição, mas já começou a ameaçar alg...
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