Implante não é cirurgia de destreza. É cirurgia de resistência.
Na terceira hora de uma reabilitação total, não é o seu conhecimento que falha. É o seu condicionamento.
1. Ombro, escápula e core estáveis.
Você termina o último implante com a precisão do primeiro. E chega aos 50 ainda operando, em vez de vendendo o consultório porque a cervical travou.
2. Antebraço e pegada resistentes.
Controle fino do torquímetro sob fadiga. Tremor no fim da cirurgia quase nunca é insegurança. É corpo despreparado.
3. Mentalidade de progressão de carga.
Ninguém agacha 150kg na primeira semana. E ninguém deveria pular da unitária para o caso complexo sem incremento controlado.
Quem entende progressão na academia entende no centro cirúrgico — e é quem, lá na frente, assume os casos que os outros recusam.
O implantodontista que cresce não é o mais talentoso. É o que ainda está inteiro na terceira hora.
Você está construindo uma carreira de 40 anos com um corpo preparado para quantos?
Chama 🔥...
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