O e-mail chega no mesmo minuto em que o telefone toca. Um prazo aperta, uma conversa pesa, um exame ocupa a cabeça e, de repente, o futuro inteiro parece ter entrado na sala ao mesmo tempo.
É nesse ponto que o medo comete um abuso de linguagem: transforma vento em sentença.
Pressão vira “eu não vou aguentar”. Perplexidade vira “estou sozinho”. Um trecho difícil da história começa a se apresentar como se fosse o final dela.
No Capítulo 10 de “Ansiedade tem Cura?”, a tempestade continua sendo tempestade. A fé não precisa falsificar o clima para sustentar o coração.
Paulo descreve pessoas pressionadas, perplexas e abatidas, mas recusa entregar a qualquer uma dessas experiências a palavra definitiva. Existe pressão sem destruição. Existe perplexidade sem abandono. Existe abatimento sem sentença.
Essa mudança parece pequena até alcançar uma pergunta que muita gente conhece por dentro: “Será que eu vou conseguir?”
A resposta bíblica não depende de fabricar autoconfiança. Filipenses 1:6...
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