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Hackers descobriram uma forma ridiculamente simples de convencer uma IA a ajudar durante ataques reais: dizer que era só uma simulação. Um grupo de língua russa usou o agente do Cursor durante ataques contra pelo menos sete empresas. A gente só ficou sabendo porque eles deixaram um dos próprios servidores exposto na internet. Lá dentro, pesquisadores encontraram 28 conversas entre os criminosos e a IA. E o padrão era assustadoramente simples. Quando o agente percebia que um pedido parecia perigoso, ele recusava. Os hackers abriam uma nova conversa, diziam que aquilo fazia parte de um teste autorizado e tentavam novamente. Segundo os pesquisadores, o agente acabou participando de centenas de operações maliciosas. O problema não é que a IA decidiu virar criminosa. Ela tinha regras. O problema é que precisava confiar no contexto fornecido pelo usuário. E isso muda tudo quando saímos de chatbots e começamos a usar agentes capazes de agir. Enganar um chatbot pode gerar uma resp...

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