Nova York decidiu tirar a IA generativa da mão de quase 600 mil alunos por um ano.
Do 2-K ao 8º ano, ferramentas como ChatGPT ficam fora da sala de aula.
No ensino médio, a lógica muda: uso limitado, ferramentas aprovadas, supervisão de professor e aulas obrigatórias sobre viés, privacidade e pensamento crítico.
E a parte mais interessante está na regra para os professores.
Eles podem usar IA para planejar aulas, traduzir materiais e tarefas operacionais.
Mas não podem entregar para a IA decisões sobre pessoas: corrigir notas, monitorar comportamento ou escrever planos de educação especial.
Essa divisão deveria chamar atenção de qualquer empresa.
Automatizar tarefa é uma coisa.
Terceirizar julgamento é outra.
Porque quem ainda está aprendendo precisa errar, travar, raciocinar e construir repertório.
Uma cidade inteira decidiu comprar um ano de atrito de propósito.
E na sua empresa?
Quem ainda está aprendendo a pensar e quem já está só aprendendo a pedir resposta pronta?
Co...
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