💬 Comenta ERRO10 que eu te mando as perguntas pra testar o seu robô
A empresa disse que a culpa era do robô. O tribunal respondeu.
Novembro de 2022. Jake Moffatt entra no site da Air Canada pra perguntar sobre passagem por luto: a avó dele tinha acabado de morrer.
O chatbot do site respondeu que ele podia comprar a passagem normal e pedir o desconto depois, em até 90 dias. Ele comprou.
Só que a política real da empresa dizia o contrário: o desconto tinha que ser pedido antes da viagem, nunca depois.
Quando ele pediu o reembolso, a companhia negou. O robô tinha inventado uma regra que não existia — e a empresa achou que isso não era problema dela.
Aí vem a parte que parece piada, mas está no processo. A defesa da Air Canada foi argumentar que o chatbot seria "uma entidade legal separada, responsável pelos próprios atos".
Ou seja: processa o robô, não a gente.
Fevereiro de 2024, Tribunal Civil da Colúmbia Britânica (Moffatt v Air Canada, 2024 BCCRT 149). O tribunal entendeu que ...
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