O atual presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, reservou oficialmente os assentos da primeira fila para um grupo de 13 ministros aposentados (sendo 10 deles ex-presidentes da Corte). Eles planejam acompanhar presencialmente a sessão extraordinária convocada para a próxima terça-feira, 15 de setembro de 2026
O plenário vai analisar o relatório da Polícia Federal envolvendo supostas mensagens trocadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, além de debater os rumos dessa crise institucional e o rito das investigações internas.
Dias antes, esse grupo de 13 magistrados aposentados enviou uma carta formal a Fachin classificando o momento atual como a "mais aguda crise da história" do STF e cobrando uma investigação "imediata, rigorosa e pública" sobre as denúncias.
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