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A escolha do chileno José Miguel Insulza para comandar a missão da Organização dos Estados Americanos (OEA) que observará as eleições presidenciais do Brasil em outubro não deixou o governo do presidente Donald Trump feliz. Ex-secretário-geral da própria OEA, ex-chanceler do Chile e militante do Partido Socialista chileno, Insulza foi anunciado para chefiar a missão pelo atual secretário-geral da organização, Albert Ramdin. A missão acompanhará o primeiro turno, marcado para 4 de outubro, e um eventual segundo turno no dia 25 do mesmo mês. Segundo informação publicada nesta terça-feira (8) pelo portal argentino Infobae, há um “profundo mal-estar” em Washington com a escolha de Insulza. A decisão da OEA foi classificada por integrantes da Casa Branca como um “grotesco erro diplomático” devido à proximidade política do chileno com o presidente Lula. De acordo com a informação, o governo americano considera inadequado colocar Insulza à frente de uma missão que observará uma eleição pr...

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