A via de administração também faz parte do raciocínio clínico.
Escolher um ativo não é suficiente. A via pode modificar velocidade de absorção, início do efeito, biodisponibilidade e duração da ação.
IM, EV, SC e ID têm particularidades próprias, e a escolha deve considerar o objetivo clínico, as características do ativo e a segurança do paciente.
Não existe simplesmente uma ‘via melhor’. Existe a via mais adequada para uma estratégia clínica bem definida.
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