Você ainda nem abriu os olhos direito, mas o corpo já parece estar se preparando para um perigo que ninguém anunciou. A respiração encurta, o maxilar aperta, os ombros sobem e, enquanto a manhã começa normalmente lá fora, alguma coisa já levantou dentro de você.
Quem vive isso muitas vezes carrega um segundo peso: a culpa por estar sentindo ansiedade. Para quem tem fé, surge uma pergunta silenciosa: “Se eu confio em Deus, por que meu corpo reage assim?”
É justamente aí que começa o primeiro capítulo de “Ansiedade tem Cura?”.
Perceber que a maré subiu não é falta de fé. É honestidade.
Diante da incerteza, a mente tenta antecipar conversas, calcular perdas, prever problemas e encontrar garantias. O que começa como tentativa de proteção pode virar uma exigência impossível: controlar o futuro para conseguir descansar no presente.
E então responsabilidade começa a se confundir com onipotência.
O capítulo propõe outra imagem: o coração não é máquina. É jardim.
Máquinas são pressionada...
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