A inteligência artificial pode ampliar autonomia — mas também pode excluir.
Quando um sistema não reconhece uma forma de fala, falha na biometria, não funciona com leitor de tela ou elimina pessoas a partir de padrões considerados “normais”, a tecnologia pode se transformar em uma barreira de acesso a direitos.
É por isso que precisamos falar em acessibilidade algorítmica: sistemas de IA devem ser pensados desde o início para respeitar a diversidade humana.
Quando a IA vira porta de entrada para emprego, banco, benefício, serviço público ou Justiça, acessibilidade deixa de ser detalhe técnico.
Passa a ser questão de igualdade, inclusão e direitos.
Tecnologia inclusiva não é a que funciona para a maioria. É a que não transforma a diferença humana em obstáculo.
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