A causa animal precisa ser tratada como política pública com planejamento, continuidade e responsabilidade.
Isso significa ir além das ações pontuais e pensar em castração planejada, educação para guarda responsável, controle de zoonoses, fiscalização com regras claras e apoio estruturado a quem está na linha de frente dessa realidade.
Também significa entender que saúde animal, saúde pública e meio ambiente estão conectados. Quando essas áreas trabalham juntas, o poder público consegue agir de forma mais organizada e preventiva.
É essa visão que quero levar para o debate estadual: menos improviso e mais estrutura para transformar cuidado em política pública.
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