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O Claude está marcando os textos que escreve. E não só os modelos novos: na lista oficial da Anthropic já aparecem modelos anteriores, como o Opus 4.5 e o Sonnet 4.5. Não é um símbolo escondido. É um padrão estatístico na escolha das palavras, que só quem tem a chave consegue conferir. A detecção é por probabilidade, e edição e tradução enfraquecem o sinal. A Anthropic diz que faz isso pra cumprir a lei de inteligência artificial da União Europeia. A pergunta que a gente faz aqui é outra. O nosso sistema roda com o Claude todo dia: o rascunho sai dele, a ideia, a história e a revisão saem de mim, e nada vai a público sem checagem de fato. A marca pode dizer que o texto passou pelo Claude. Não diz quem pensou nem quem conferiu. Se o seu texto viesse com um selo, você teria vergonha dele ou orgulho do processo? Me conta aqui embaixo. Fonte: Anthropic, "How Claude's text watermarking works" (14/08/2026, atualizada em 01/09), e Claude Help Center, "How Claude marks AI-generated content...

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