Quando alguém diz “manda um sinal para segurar o imóvel”, parece uma etapa simples da negociação.
Mas esse pagamento pode produzir consequências que vão muito além de reservar a propriedade.
Se o valor foi entregue como arras, é importante saber exatamente o que foi combinado.
Se o negócio for concluído, esse dinheiro pode integrar o pagamento ou ser restituído. Se alguma das partes descumprir o contrato, o destino do sinal dependerá de quem deu causa ao problema e das condições pactuadas.
Existe ainda outra situação: quando o contrato prevê expressamente direito de arrependimento. Nesse caso, as consequências também precisam estar claramente estabelecidas.
Por isso, antes de transferir qualquer valor, procure responder:
Quanto estou pagando?
Esse dinheiro é sinal, arras, adiantamento ou outra forma de pagamento?
Quem vai receber?
Em quais situações ele pode ser retido?
Quando deverá ser devolvido?
Existe recibo e instrumento escrito vinculando aquele pagamento ao imóvel e à...
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