🚨 POBREZA NÃO É ESTÉTICA.
Favela não é cenário.
Miséria não é tendência.
E dificuldade não deveria ser romantizada como se fosse destino.
Segundo o Censo 2022 do IBGE, 16,4 milhões de pessoas viviam em favelas e comunidades urbanas, o equivalente a 8,1% da população brasileira.
Em 2024, 23,1% da população estava em situação de pobreza e 3,5% em extrema pobreza.
Valorizar a cultura, a música, a arte e a força das comunidades é uma coisa.
Transformar a pobreza em produto, estética ou entretenimento enquanto problemas como saneamento, educação, segurança, moradia e oportunidades continuam existindo é outra.
Quem realmente quer combater a pobreza não deveria romantizá-la.
Deveria defender dignidade, educação, oportunidades, liberdade e condições para que as pessoas possam construir uma vida melhor e seu próprio patrimônio.
Porque combater a pobreza não é aprender a conviver com ela.
É criar caminhos para que cada vez menos pessoas precisem permanecer nela.
E você: estamos valori...
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