Você diz que quer reciprocidade, mas continua escolhendo quem te faz se sentir como segunda opção.
Isso não acontece por falta de inteligência. Acontece porque, muitas vezes, a gente não escolhe só o que deseja. A gente também escolhe o que reconhece como familiar.
Se você aprendeu que precisava se esforçar para receber atenção, pode acabar confundindo ausência com desafio, migalha com esperança e inconsistência com possibilidade.
Aí você espera demais, justifica demais, aceita pouco demais e ainda chama isso de amor.
O primeiro passo para sair desse padrão é parar de perguntar “por que essa pessoa não me escolhe?” e começar a perguntar “por que eu continuo tentando ser escolhida por quem não me prioriza?”
Reciprocidade não precisa ser convencida. Ela aparece na presença, na clareza e na constância.
Amor saudável não te coloca para disputar lugar. Ele te encontra sem exigir que você se abandone no caminho.
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