O pecado não ficou pequeno.
Ele cresceu.
Primeiro, a ruptura com Deus.
Depois, a desordem dentro do coração.
Depois, o conflito com o outro.
Caim olha para Abel, sente inveja, recebe advertência — e mata o próprio irmão.
A ruptura vertical começa a produzir ruptura horizontal.
E ela continua.
Violência cresce.
Orgulho cresce.
A maldade se espalha.
Até chegarmos a Babel.
Agora já não é apenas um indivíduo.
É uma sociedade inteira dizendo:
“Vamos construir para nós mesmos.”
“Vamos fazer nosso próprio nome.”
Aquilo que começou no coração ganha escala.
Família.
Sociedade.
Civilização.
E esse padrão ainda existe.
Dinheiro pode alimentar — ou comprar pessoas.
Tecnologia pode aproximar — ou controlar.
Conhecimento pode curar — ou destruir.
Poder pode proteger — ou oprimir.
O problema não está necessariamente na ferramenta.
Está no coração que a utiliza.
Talvez por isso nenhuma quantidade de progresso tenha conseguido eliminar mentira, crueldade, ganância ou orgulho.
Nó...
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